Bicicletários Imaginários: Arte
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segunda-feira, 4 de outubro de 2021

A Frida também caiu!

...juntamente com o Facebook, Whatsapp e Instagram...

Mentira! Só está fazendo pose aqui no sítio! 


Ela e as Herbertias, essas fofas florzinhas roxas que invadiram o gramado, anunciando a primavera.



Florzinhas estas, que são muito apreciadas pelas abelhas.

#bicicletariosimaginarios #frida #bicicletafrida

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Viadutos, expressões, Artes, ciclovias, reflexões...

Existem trabalhos lindos nos muros, paredes, viadutos... da cidade de Porto Alegre, Capital do Rio Grande do Sul. Dificilmente quem transita com veículos automotores percebe...


Este espaço, especificamente, é o Viaduto Tiradentes, Conhecido como Viaduto da Silva Só, no bairro Rio Branco.


Trabalhos contemporâneos que misturam o Cubismo com o Surrealismo. :)


Bem aqui, colocaram uma ciclovia muito "interessante", que acreditamos ser uma homenagem ao Piloto Brasileiro da Fórmula 1, Ayrton Senna, por se tratar de curvas acentuadas em "S", em um semáforo com onze (11) segundos [não sincronizados] para atravessar em cada mão da Avenida Protásio Alves.


E, do outro lado da rua, temos outra "Obra de Arte":


Quem você é na vida? A "barraqueira", a "heroína", ou as duas?


#bicicletariosimaginarios #pegaabicicletaevai #forçanapaçoca

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Me Deslocando, Poetizando...

...Vivendo São Paulo-SP.

Partiu!!! Exposição POÉTICAS DE DESLOCAMENTO - BICICLETÁRIOS IMAGINÁRIOS, presente no BICICULTURA 2016!


O que é o Bicicultura? Entenda um pouco assistindo o vídeo a seguir:


...Mais um pouco aqui [Bike é Legal]:


Buenas... Chegamos no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, eu e a Sarah, minha magrela ruiva! Iniciamos a nossa jornada!


Peguei o mala-bike da esteira e saí montando a bicicleta...
 
[Meu Kit para desmontar, montar as rodas, trocar câmaras e pneus.]

Pessoas paravam para olhar, talvez por ser algo um pouco inusitado: uma mulher montando a sua própria bicicleta... Não sei, mas me senti em uma Performance Artística... hehehehe. (Quem sabe... filmar na próxima vez? É uma boa ideia!)


Ativei o GPS e fui costeando o aeroporto... Pedalei umas duas quadras, olhei  pros lados, observei a Avenida Washington Luís: uma avenida larga com várias faixas, com carros, ônibus e caminhões andando em alta velocidade... Deu medo, então decidi retornar ao aeroporto e esperar duas amigas que também estavam chegando de bicicleta. Aproveitei para lanchar e conversar com os meninos que engraxam calçados ali no aeroporto.

 
As amigas Tássia e Silvia [sócias da Vulp Bici Café] chegaram, então fomos de táxi para o Bar e Bicicletaria Las Magrelas. Lindo e convidativo espaço, com o melhor hamburguer de cogumelos do universo! #ficadica


Pedalamos do Bairro Pinheiros para o Bairro Vila Madalena, em direção ao nosso "Palácio do Bicicultura", casa da nossa amada amiga Isis, minha mais nova amiga de infância e irmã que escolhi <3.

Lar-doce-lar. Família linda de São Paulo... <3



No dia seguinte, depois do delicioso almoço da nossa Chef Tássia, partimos para o Aro 27 Bike Café. O ambiente é bastante aconchegante, colorido, com variedade de bicicletas e equipamentos. Tem o melhor Choconhaque no universo! Tive de repetir! #ficadica²


  [E acabei comprando um capacete, pois havia esquecido o meu em casa...]


A maioria dos bicicletários dos estabelecimentos em São Paulo são assim: cavaletes onde penduramos as bicicletas pelo selim.

Esperei o pessoal do Aro 27 fechar e então fomos todos para o "Las Ma"... Jantamos e do Las Ma, fomos para o QG do Bicicultura, no centro [Praça das Artes] para receber as coordenadas sobre a instalação da Exposição: "Poéticas de Deslocamento - Bicicletários Imaginários." Ficamos por lá até umas 4h30 da manhã e então voltamos para  o Palácio do Bicicultura de Uber Bike. Três horas de sono leve, tomamos um café e pedalamos até a Praça das Artes. 


Com as bicicletas devidamente estacionadas nos cavaletes, galera foi assistir a abertura do Bicicultura com Prefeito Haddad e eu fui montar a minha exposição.



Fotos presas no totem, agora só falta fotografar mais pela cidade e instalar projetor para reproduzir outras tantas fotografias... ;)


Passamos o dia conhecendo o centro, as salas, a feira, as atividades... Nossa! Muitas informações importantes partilhadas e caminhamos um monte! Meu corpo e a minha mente estavam a mil... Chegou uma hora que eu só desejava dormir... estava muito cansada, não conseguia nem pensar direito, apesar das ótimas companhias... heheheh.


No dia seguinte, dia de fotos, exposição, palestras, oficinas e entrevista para a amada Talita Noguchi, do canal Chave Quinze e do bar e Bicicletaria Las Magrelas:


"Não deixe de pedalar alegando que a sua cidade não tem estrutura... Pega a BICICLETA e vai!"
...À noite rolou a Bicicletada - Massa Crítica, saindo da Praça do Ciclista na Avenida Paulista. Foi lindo!


Finaleira do pedal, paramos para recarregar as energias...



No sábado eu me desgarrei da galera e fiz todo o percurso sozinha, do bairro Vila Madalena ao Centro:


Percorri a Rua Natingui... 


...em direção à Ciclovia Faria Lima...


Adorei a ciclovia com contador de ciclistas. Mesmo sendo uma manhã de sábado, pós feriado, passaram por ali 318 ciclistas!


Saí da ciclovia e segui pela Avenida Rebouças, em direção à Avenida Paulista...


...Quase na Paulista...



...Já na Ciclovia da Rua Consolação...


 "Ser FELIZ não é errado, errado é não AMAR." #SERFELIZ #MAISAMOR



Índio "Alta Mira", próximo à Praça Roosevelt...



De volta para a Praça das Artes... Abastecida e pronta para montar o projetor... Tchá!!! :D


Acontecendo...


Missão cumprida! Janta, casa, banho e Biciculfesta![Fui e voltei de Uber... tsi tsi tsi... Ah... Usamos e abusamos do Uber em São Paulo! Tem Uber Bag e Uber Bike, que funcionam super bem! O metrô também! Amei!]



No final da vivência Bicicultura 2016:  Pedal no minhocão! Com direito a vista da pintura da Mona Caron.


Encerramento... <3

[Vídeo final do Bicicultura, do  Instituto CicloBR]


De volta pras terras gaúchas... E o que ficou? Adorei pedalar em São Paulo, me senti mais segura que em Porto Alegre... Fiquei impactada com tantas pessoas lindas que conheci... Com tantas histórias, vivências, aprendizados, olhares e abraços compartilhados... Descobrir um pouco de cada mundo, os universos complexos e cheios de cor, luz e brilho. É confortante andar ao lado de pessoas tão inspiradoras e especiais. Ai, ai... ficou aquele maravilhoso gostinho de "quero mais"... Toda essa experiência mexeu muito comigo. Já estou produzindo uma uma lista de argumentos para voltar para Sampa: atividades, lugares para fotografar, locais que não conheci, rever boa parte da galera, pedalar muito... Preciso viver mais São Paulo. Gratidão à organização do Bicicultura 2016!!! Gratidão a todos que participaram!!! Gratidão ao universo!!! Saudades!!! ;) <3



"E é tão bonito quando a gente entende
Que a gente é tanta gente onde quer que a gente vá
E é tão bonito quando a gente sente
Que nunca está sozinho por mais que pense estar
É tão bonito quando a gente pisa firme
Nessas linhas que estão nas palmas de nossas mãos
É tão bonito quando a gente vai à vida
Nos caminhos onde bate, bem mais forte o coração"

Gonzaguinha

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Realizando sonhos na fonte...

...A SAMARITANA, na Praça da Alfândega.



São anos rodeando o Monumento e Fonte "A Samaritana": por sua beleza, por sua linda história e por representar o símbolo do meu signo solar de aquário. Mas devo admitir que tinha medo de sacar a câmera fotográfica e clicar, por receio de sofrer alguma violência decorrente a um assalto, pois na sua volta sempre teve aquele "ar" latente de insegurança. Infelizmente é isso que ocorre quando os monumentos são abandonados, esquecidos... Ok, este foi o primeiro sonho!!!


O segundo foi mergulhar numa piscina de bolinhas coloridas!!! Quer situação mais revitalizante para um lugar, do que trazer a alegria de uma criança??? Não existe melhor!!! Foi isso que meu querido amigo Sandro Ka fez, em seu belíssimo trabalho do Curso de Mestrado em Artes Visuais, pela PPGA/UFRGS. Encheu a nossa Fonte da Samaritana de bolinhas coloridas!!! Realizou sonhos de vários adultos que ali passavam e trouxe de volta a nossa camponesa com o cântaro!!! Mesmo que este tenha sido um momento efêmero, nos fez pensar...  Ah, e que bicicletário imaginário!!! Até a minha bicicleta Sarah entrou na piscina da Alfândega para conferir!!! #piscinadaalfandega


Entrou, se emocionou...


...e se esparramou!!!hehehehehe :D

Parabéns Sandro Ka, por  este lindo incentivo à Cultura, à valorização dos nossos patrimônios, ao AMOR pela cidade e à ARTE!!! Gratidão!!! ADOROOOO!!! :D

Saiba um pouco mais sobre a estátua A Samaritana...

Primeiramente, A Samaritana foi realizada em 1925, pelo Artista Alfred Adloff, e foi instalada no espelho d'água da Praça Montevidéu, em frente a Prefeitura de Porto Alegre-RS. Ela é o retrato modelado "a figura de uma robusta camponesa, com feições nitidamente germânicas" (Arnoldo Doberstein, 2002). Ela seria apenas conhecida como a "Camponesa com o cântaro", mas devido a uma crônica de Leo Arruda, no Correio do Povo, ela foi  chamada de "A Samaritana com Ânfora", nome que ficou. Em 22 de dezembro de 1936, o então Deputado Federal e futuro Prefeito da Capital em duas oportunidades, José Loureiro da Silva, incluiu a estátua em um de seus discursos: "À frente da grande massa arquitetônica da Prefeitura de Porto Alegre, na vigília impassível e inofensiva, dos seus leões de mármore, existia, há pouco, [...] uma samaritana cansativa que, cansada talvez de sua postura bíblica, tirara do ombro o cântaro modesto da Samaria. A água dele corria, se espairava leve na bacia de granito sobre a lombada córnea de pacatos cágados que davam uma nota de graça e encanto à fonte simples[...]. " Em 1935, o conjunto foi translado para a Praça da Alfândega, com o objetivo de dar lugar à Fonte de Talavera. Em processo de deterioração, ela foi retirada em 2002 e foi substituída por uma cópia da mesma.

[Fonte do livro do meu querido professor: Alves, José Francisco. A Escultura Pública de Porto Alegre.]




sexta-feira, 24 de julho de 2015

Nós no site Bike é Legal!!!

Belíssima publicação do nosso querido amigo Daniel Ayala, sobre o nosso trabalho!!! Amamos!!! Gratidão!!! :D

 Clique na imagem, ou no título a seguir e confira: 
"Projeto 'Bicicletários Imaginários' usa a fotografia para protestar", por Daniel Ayala

http://bikeelegal.com/noticia/3168/projeto-bicicletarios-imaginarios-usa-a-fotografia-para-protestar
iel Ayala - See more at: http://bikeelegal.com/noticia/3168/projeto-bicicletarios-imaginarios-usa-a-fotografia-para-protestar#sthash.lzSkq6z4.dpuf


A integração entre o ciclista e seu meio é mágica! Ela nasce com o sabor das pedaladas, com a contemplação do que está em sua volta, com o vento que abraça seu rosto, com a praticidade, com o exercício físico, e com muitas outras coisas. Tudo isso, o conecta de forma singular com o mundo.
No entanto, as facilidades, virtudes e sensações que a bike oferece, “esbarram”, vez por outra, numa questão: onde estacioná-la? Em certas cidades como São Paulo, encontra-se legislação voltada à construção de bicicletários. Porém, ela nem sempre é respeitada.
Pelo país, existem também muitos estabelecimentos públicos e privados que já destinam parte do seu espaço para os ciclistas estacionarem suas “magrelas”.
Ainda assim, parar a bicicleta com segurança e conforto está longe de ser algo fácil em muitos locais!
Nesse sentido, trago aqui um pouco da história da ciclista e artista visual Janaísa Cardoso (Ísa), que, diante da falta de locais para estacionar sua bicicleta, teve que partir para o uso da imaginação, algo que muitos ciclistas têm recorrido para lidar com a insuficiência de infraestrutura voltada às bikes.
“Em maio de 2012, fui de bicicleta a um shopping que havia sido inaugurado em Porto Alegre. Achei que haveria um bicicletário, mas, ao chegar ao local, e constatei que não havia bicicletário. Diante disso, no estacionamento, peguei meu cadeado e amarrei as rodas da bike juntamente com o quadro. Tirei uma foto e publiquei no Facebook. Uma amiga jornalista me perguntou se a foto tinha uma boa resolução, pois poderia virar uma reportagem no jornal local. Enviei a foto. A partir daí, comecei a me questionar: o que poderia fazer, diante do fato ocorrido? O que era aquele “estacionamento de bicicleta” que na realidade não existia? Dessa forma, surgiu o site bicicletariosimaginarios.com.br, que junta meu amor pelas bicicletas e pela fotografia. Sempre onde eu estaciono minhas bicicletas, fotografo e realizo uma postagem no site. Trata-se de uma maneira de protestar quanto à falta de bicicletários e paraciclos na cidade”.
(...) Meus amigos também começaram a ter vontade de publicar fotos de seus "Bicicletários Imaginários", e então, a página foi crescendo ainda mais (...).
Ísa explicou em detalhes a essência do site que criou:
“Bicicletários” é onde paramos e guardamos os veículos movidos por nossa própria força motora. (...) sem aquela armadura de toneladas de ferro, que nos aprisiona em uma mentalidade deturpada de possuir um "poder sobrenatural", sobre a vida do outro. Somos mais humanos. “Imaginários” refere-se ao olhar pensante que recria possibilidades para uma vida melhor. “Imaginários” é a busca de uma "nova vista" a tudo que nos cerca. É transformar uma realidade cinza em uma pintura colorida. Poetizar lugares que seriam irrelevantes, se não estivéssemos tão integrados por onde passamos. É viver o momento presente. “Imaginários” é um exercício de bons pensamentos”.
Nitidamente, ao me deparar com a referida página, notei a reflexão que a mesma trás. Encontrei lindas fotografias de bicicletas que estão estacionadas, de maneira improvisada, e que trazem ao mesmo, crítica e beleza.
Além de fazer belas fotos, Ísa também busca, sempre que possível, personalizar suas “magrelas”:
“Com tudo isso, fui imaginando bicicletas, escolhendo quadros, peças, cores e demais detalhes. Fui atrás de quem pudesse montá-las. No momento, possuo seis bicicletas, cada uma com uma personalidade: Kamel, Sarah, Frida, Ísis, Anaís e Guadalupe. Dessa forma, uni meu amor pelas bicicletas e pela Arte”, enfatizou a cicloartista.
O trabalho de Ísa não fica apenas limitado ao mundo virtual. Ele atinge outros caminhos e se depender dela, suas pedaladas artísticas irão cada vez mais longe:
“Já fiz exposições individuais de minhas fotos na Câmara de Vereadores de Porto Alegre e na Universidade Luterana do Brasil. Expus uma das minhas bicicletas no Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, em uma exposição coletiva. Este ano realizarei residências universitárias: traçarei um caminho, fotografarei, chegarei à universidade, e irei expor todo material em uma galeria da cidade. Além disso, promoverei conversas com estudantes de Artes sobre o meu trabalho. Iniciarei este projeto em setembro, na Universidade Federal do Rio Grande/RS (FURG). Irei ainda realizar uma exposição no Espaço N, que é a galeria de Arte da Professora Doutora em Arte, Claudia Paim. Pretendo fazer o mesmo em outros Estados, sem limites, conforme o vento me levar”, finalizou a ciclista.
Bem Ísa, parabéns pelo trabalho! Espero que os ventos a levem para onde sua imaginação desejar!
- See more at: http://bikeelegal.com/noticia/3168/projeto-bicicletarios-imaginarios-usa-a-fotografia-para-protestar#sthash.lzSkq6z4.dpuf


A integração entre o ciclista e seu meio é mágica! Ela nasce com o sabor das pedaladas, com a contemplação do que está em sua volta, com o vento que abraça seu rosto, com a praticidade, com o exercício físico, e com muitas outras coisas. Tudo isso, o conecta de forma singular com o mundo.
No entanto, as facilidades, virtudes e sensações que a bike oferece, “esbarram”, vez por outra, numa questão: onde estacioná-la? Em certas cidades como São Paulo, encontra-se legislação voltada à construção de bicicletários. Porém, ela nem sempre é respeitada.
Pelo país, existem também muitos estabelecimentos públicos e privados que já destinam parte do seu espaço para os ciclistas estacionarem suas “magrelas”.
Ainda assim, parar a bicicleta com segurança e conforto está longe de ser algo fácil em muitos locais!
Nesse sentido, trago aqui um pouco da história da ciclista e artista visual Janaísa Cardoso (Ísa), que, diante da falta de locais para estacionar sua bicicleta, teve que partir para o uso da imaginação, algo que muitos ciclistas têm recorrido para lidar com a insuficiência de infraestrutura voltada às bikes.
“Em maio de 2012, fui de bicicleta a um shopping que havia sido inaugurado em Porto Alegre. Achei que haveria um bicicletário, mas, ao chegar ao local, e constatei que não havia bicicletário. Diante disso, no estacionamento, peguei meu cadeado e amarrei as rodas da bike juntamente com o quadro. Tirei uma foto e publiquei no Facebook. Uma amiga jornalista me perguntou se a foto tinha uma boa resolução, pois poderia virar uma reportagem no jornal local. Enviei a foto. A partir daí, comecei a me questionar: o que poderia fazer, diante do fato ocorrido? O que era aquele “estacionamento de bicicleta” que na realidade não existia? Dessa forma, surgiu o site bicicletariosimaginarios.com.br, que junta meu amor pelas bicicletas e pela fotografia. Sempre onde eu estaciono minhas bicicletas, fotografo e realizo uma postagem no site. Trata-se de uma maneira de protestar quanto à falta de bicicletários e paraciclos na cidade”.
(...) Meus amigos também começaram a ter vontade de publicar fotos de seus "Bicicletários Imaginários", e então, a página foi crescendo ainda mais (...).
Ísa explicou em detalhes a essência do site que criou:
“Bicicletários” é onde paramos e guardamos os veículos movidos por nossa própria força motora. (...) sem aquela armadura de toneladas de ferro, que nos aprisiona em uma mentalidade deturpada de possuir um "poder sobrenatural", sobre a vida do outro. Somos mais humanos. “Imaginários” refere-se ao olhar pensante que recria possibilidades para uma vida melhor. “Imaginários” é a busca de uma "nova vista" a tudo que nos cerca. É transformar uma realidade cinza em uma pintura colorida. Poetizar lugares que seriam irrelevantes, se não estivéssemos tão integrados por onde passamos. É viver o momento presente. “Imaginários” é um exercício de bons pensamentos”.
Nitidamente, ao me deparar com a referida página, notei a reflexão que a mesma trás. Encontrei lindas fotografias de bicicletas que estão estacionadas, de maneira improvisada, e que trazem ao mesmo, crítica e beleza.
Além de fazer belas fotos, Ísa também busca, sempre que possível, personalizar suas “magrelas”:
“Com tudo isso, fui imaginando bicicletas, escolhendo quadros, peças, cores e demais detalhes. Fui atrás de quem pudesse montá-las. No momento, possuo seis bicicletas, cada uma com uma personalidade: Kamel, Sarah, Frida, Ísis, Anaís e Guadalupe. Dessa forma, uni meu amor pelas bicicletas e pela Arte”, enfatizou a cicloartista.
O trabalho de Ísa não fica apenas limitado ao mundo virtual. Ele atinge outros caminhos e se depender dela, suas pedaladas artísticas irão cada vez mais longe:
“Já fiz exposições individuais de minhas fotos na Câmara de Vereadores de Porto Alegre e na Universidade Luterana do Brasil. Expus uma das minhas bicicletas no Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, em uma exposição coletiva. Este ano realizarei residências universitárias: traçarei um caminho, fotografarei, chegarei à universidade, e irei expor todo material em uma galeria da cidade. Além disso, promoverei conversas com estudantes de Artes sobre o meu trabalho. Iniciarei este projeto em setembro, na Universidade Federal do Rio Grande/RS (FURG). Irei ainda realizar uma exposição no Espaço N, que é a galeria de Arte da Professora Doutora em Arte, Claudia Paim. Pretendo fazer o mesmo em outros Estados, sem limites, conforme o vento me levar”, finalizou a ciclista.
Bem Ísa, parabéns pelo trabalho! Espero que os ventos a levem para onde sua imaginação desejar!
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A integração entre o ciclista e seu meio é mágica! Ela nasce com o sabor das pedaladas, com a contemplação do que está em sua volta, com o vento que abraça seu rosto, com a praticidade, com o exercício físico, e com muitas outras coisas. Tudo isso, o conecta de forma singular com o mundo.
No entanto, as facilidades, virtudes e sensações que a bike oferece, “esbarram”, vez por outra, numa questão: onde estacioná-la? Em certas cidades como São Paulo, encontra-se legislação voltada à construção de bicicletários. Porém, ela nem sempre é respeitada.
Pelo país, existem também muitos estabelecimentos públicos e privados que já destinam parte do seu espaço para os ciclistas estacionarem suas “magrelas”.
Ainda assim, parar a bicicleta com segurança e conforto está longe de ser algo fácil em muitos locais!
Nesse sentido, trago aqui um pouco da história da ciclista e artista visual Janaísa Cardoso (Ísa), que, diante da falta de locais para estacionar sua bicicleta, teve que partir para o uso da imaginação, algo que muitos ciclistas têm recorrido para lidar com a insuficiência de infraestrutura voltada às bikes.
“Em maio de 2012, fui de bicicleta a um shopping que havia sido inaugurado em Porto Alegre. Achei que haveria um bicicletário, mas, ao chegar ao local, e constatei que não havia bicicletário. Diante disso, no estacionamento, peguei meu cadeado e amarrei as rodas da bike juntamente com o quadro. Tirei uma foto e publiquei no Facebook. Uma amiga jornalista me perguntou se a foto tinha uma boa resolução, pois poderia virar uma reportagem no jornal local. Enviei a foto. A partir daí, comecei a me questionar: o que poderia fazer, diante do fato ocorrido? O que era aquele “estacionamento de bicicleta” que na realidade não existia? Dessa forma, surgiu o site bicicletariosimaginarios.com.br, que junta meu amor pelas bicicletas e pela fotografia. Sempre onde eu estaciono minhas bicicletas, fotografo e realizo uma postagem no site. Trata-se de uma maneira de protestar quanto à falta de bicicletários e paraciclos na cidade”.
(...) Meus amigos também começaram a ter vontade de publicar fotos de seus "Bicicletários Imaginários", e então, a página foi crescendo ainda mais (...).
Ísa explicou em detalhes a essência do site que criou:
“Bicicletários” é onde paramos e guardamos os veículos movidos por nossa própria força motora. (...) sem aquela armadura de toneladas de ferro, que nos aprisiona em uma mentalidade deturpada de possuir um "poder sobrenatural", sobre a vida do outro. Somos mais humanos. “Imaginários” refere-se ao olhar pensante que recria possibilidades para uma vida melhor. “Imaginários” é a busca de uma "nova vista" a tudo que nos cerca. É transformar uma realidade cinza em uma pintura colorida. Poetizar lugares que seriam irrelevantes, se não estivéssemos tão integrados por onde passamos. É viver o momento presente. “Imaginários” é um exercício de bons pensamentos”.
Nitidamente, ao me deparar com a referida página, notei a reflexão que a mesma trás. Encontrei lindas fotografias de bicicletas que estão estacionadas, de maneira improvisada, e que trazem ao mesmo, crítica e beleza.
Além de fazer belas fotos, Ísa também busca, sempre que possível, personalizar suas “magrelas”:
“Com tudo isso, fui imaginando bicicletas, escolhendo quadros, peças, cores e demais detalhes. Fui atrás de quem pudesse montá-las. No momento, possuo seis bicicletas, cada uma com uma personalidade: Kamel, Sarah, Frida, Ísis, Anaís e Guadalupe. Dessa forma, uni meu amor pelas bicicletas e pela Arte”, enfatizou a cicloartista.
O trabalho de Ísa não fica apenas limitado ao mundo virtual. Ele atinge outros caminhos e se depender dela, suas pedaladas artísticas irão cada vez mais longe:
“Já fiz exposições individuais de minhas fotos na Câmara de Vereadores de Porto Alegre e na Universidade Luterana do Brasil. Expus uma das minhas bicicletas no Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, em uma exposição coletiva. Este ano realizarei residências universitárias: traçarei um caminho, fotografarei, chegarei à universidade, e irei expor todo material em uma galeria da cidade. Além disso, promoverei conversas com estudantes de Artes sobre o meu trabalho. Iniciarei este projeto em setembro, na Universidade Federal do Rio Grande/RS (FURG). Irei ainda realizar uma exposição no Espaço N, que é a galeria de Arte da Professora Doutora em Arte, Claudia Paim. Pretendo fazer o mesmo em outros Estados, sem limites, conforme o vento me levar”, finalizou a ciclista.
Bem Ísa, parabéns pelo trabalho! Espero que os ventos a levem para onde sua imaginação desejar!
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A integração entre o ciclista e seu meio é mágica! Ela nasce com o sabor das pedaladas, com a contemplação do que está em sua volta, com o vento que abraça seu rosto, com a praticidade, com o exercício físico, e com muitas outras coisas. Tudo isso, o conecta de forma singular com o mundo.
No entanto, as facilidades, virtudes e sensações que a bike oferece, “esbarram”, vez por outra, numa questão: onde estacioná-la? Em certas cidades como São Paulo, encontra-se legislação voltada à construção de bicicletários. Porém, ela nem sempre é respeitada.
Pelo país, existem também muitos estabelecimentos públicos e privados que já destinam parte do seu espaço para os ciclistas estacionarem suas “magrelas”.
Ainda assim, parar a bicicleta com segurança e conforto está longe de ser algo fácil em muitos locais!
Nesse sentido, trago aqui um pouco da história da ciclista e artista visual Janaísa Cardoso (Ísa), que, diante da falta de locais para estacionar sua bicicleta, teve que partir para o uso da imaginação, algo que muitos ciclistas têm recorrido para lidar com a insuficiência de infraestrutura voltada às bikes.
“Em maio de 2012, fui de bicicleta a um shopping que havia sido inaugurado em Porto Alegre. Achei que haveria um bicicletário, mas, ao chegar ao local, e constatei que não havia bicicletário. Diante disso, no estacionamento, peguei meu cadeado e amarrei as rodas da bike juntamente com o quadro. Tirei uma foto e publiquei no Facebook. Uma amiga jornalista me perguntou se a foto tinha uma boa resolução, pois poderia virar uma reportagem no jornal local. Enviei a foto. A partir daí, comecei a me questionar: o que poderia fazer, diante do fato ocorrido? O que era aquele “estacionamento de bicicleta” que na realidade não existia? Dessa forma, surgiu o site bicicletariosimaginarios.com.br, que junta meu amor pelas bicicletas e pela fotografia. Sempre onde eu estaciono minhas bicicletas, fotografo e realizo uma postagem no site. Trata-se de uma maneira de protestar quanto à falta de bicicletários e paraciclos na cidade”.
(...) Meus amigos também começaram a ter vontade de publicar fotos de seus "Bicicletários Imaginários", e então, a página foi crescendo ainda mais (...).
Ísa explicou em detalhes a essência do site que criou:
“Bicicletários” é onde paramos e guardamos os veículos movidos por nossa própria força motora. (...) sem aquela armadura de toneladas de ferro, que nos aprisiona em uma mentalidade deturpada de possuir um "poder sobrenatural", sobre a vida do outro. Somos mais humanos. “Imaginários” refere-se ao olhar pensante que recria possibilidades para uma vida melhor. “Imaginários” é a busca de uma "nova vista" a tudo que nos cerca. É transformar uma realidade cinza em uma pintura colorida. Poetizar lugares que seriam irrelevantes, se não estivéssemos tão integrados por onde passamos. É viver o momento presente. “Imaginários” é um exercício de bons pensamentos”.
Nitidamente, ao me deparar com a referida página, notei a reflexão que a mesma trás. Encontrei lindas fotografias de bicicletas que estão estacionadas, de maneira improvisada, e que trazem ao mesmo, crítica e beleza.
Além de fazer belas fotos, Ísa também busca, sempre que possível, personalizar suas “magrelas”:
“Com tudo isso, fui imaginando bicicletas, escolhendo quadros, peças, cores e demais detalhes. Fui atrás de quem pudesse montá-las. No momento, possuo seis bicicletas, cada uma com uma personalidade: Kamel, Sarah, Frida, Ísis, Anaís e Guadalupe. Dessa forma, uni meu amor pelas bicicletas e pela Arte”, enfatizou a cicloartista.
O trabalho de Ísa não fica apenas limitado ao mundo virtual. Ele atinge outros caminhos e se depender dela, suas pedaladas artísticas irão cada vez mais longe:
“Já fiz exposições individuais de minhas fotos na Câmara de Vereadores de Porto Alegre e na Universidade Luterana do Brasil. Expus uma das minhas bicicletas no Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, em uma exposição coletiva. Este ano realizarei residências universitárias: traçarei um caminho, fotografarei, chegarei à universidade, e irei expor todo material em uma galeria da cidade. Além disso, promoverei conversas com estudantes de Artes sobre o meu trabalho. Iniciarei este projeto em setembro, na Universidade Federal do Rio Grande/RS (FURG). Irei ainda realizar uma exposição no Espaço N, que é a galeria de Arte da Professora Doutora em Arte, Claudia Paim. Pretendo fazer o mesmo em outros Estados, sem limites, conforme o vento me levar”, finalizou a ciclista.
Bem Ísa, parabéns pelo trabalho! Espero que os ventos a levem para onde sua imaginação desejar!
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Projeto 'Bicicletários Imaginários' usa a fotografia para protestar - See more at: http://bikeelegal.com/noticia/3168/projeto-bicicletarios-imaginarios-usa-a-fotografia-para-protestar#sthash.lzSkq6z4.dpuf

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Construído na enchente de 1941...

...a fim de proteger a cidade de outras grandes enchentes: eis um pedaço do Muro da Mauá...


Três metros dentro da terra, mais três fora dela e dois mil seiscentos e quarenta e sete metros de comprimento...


...O extenso monumento agora é um dos painéis mais lindos da cidade de Porto Alegre, onde encontramos de tempos em tempos uma repaginada pintada por Artistas convidados.


sábado, 5 de abril de 2014

Trampo...

...é o apelido de Luis Flávio, pai desta e de outras Obras de Arte espalhadas pela nossa capital!!! Fiquei muito feliz em descobrir mais este muro, pois recentemente havia perguntando ao meu amigo ciclista Erick, onde eu poderia encontrar os trabalhos maravilhosos de seu pai Trampo [que também é ciclista...].


Percebe-se que é um trabalho harmonioso. As cores empregadas, as proporções e a colocação das figuras em todo o muro são bem pensadas.  Este trabalho fica na esquina da Avenida São Pedro, com a Avenida Voluntários da Pátria, Bairro São Geraldo. 


Uma bela paisagem para o meu bicicletário imaginário!!! :D

Saiba um pouco mais sobre o trabalho de Trampo, clicando no link a seguir: https://www.flickr.com/people/trampo/


terça-feira, 25 de março de 2014

Túnel do Túnel...

...é o título dado para esta Obra de Arte, da Artista Tina Felice. 


Ela fica em uma praça entre a entrada e saída do Túnel da Conceição, entre a Avenida Osvaldo Aranha e a Rua Sarmento Leite.


O monumento foi construído em comemoração dos 100 anos da escola de Engenharia da UFRGS [Universidade Federal do Rio Grande do Sul], em 1996.


Este trabalho está todo pichado e abandonado... repleto descaso...